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Obras continuam a todo vapor, mesmo no feriado

Atraso por conta da chuva e cumprimento do cronograma são os principais motivos de reparos e construções na Avenida Paranoá, no Setor Policial e no Túnel de Taguatinga não serem interrompidos

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“Nosso principal objetivo para 2022 é concluir todas as obras em andamento. Para isso, não podemos perder tempo. Máquinas e operários de nossas contratadas estão em ação, mesmo durante o feriado de Carnaval. Temos que aproveitar cada segundo sem chuva para evoluir com os serviços”, avisou o secretário de obras, Luciano Carvalho

Nem mesmo o feriado do Carnaval fez com que as obras parassem no Distrito Federal. Nesta segunda-feira (28), locais como a Avenida Paranoá, os viadutos do Setor Policial e o Túnel de Taguatinga receberam mãos de obra o dia inteiro. Isso tudo tanto para seguir o cronograma estabelecido quanto para aproveitar a trégua dada pela chuva, que atrapalha o andamento das reformas e construções.

De acordo com o secretário de Obras, Luciano Carvalho, “nosso principal objetivo para 2022 é concluir todas as obras em andamento. Para isso, não podemos perder tempo. Máquinas e operários de nossas contratadas estão em ação, mesmo durante o feriado de Carnaval. Temos que aproveitar cada segundo sem chuva para evoluir com os serviços”, avisou.

A secretária-executiva de Obras, Janaina Chagas, também explicou a necessidade de trabalhar durante o feriado. “Fevereiro foi um mês muito chuvoso. Nossas obras em andamento foram bastante afetadas. O ritmo, infelizmente, acaba ficando mais lento e a população tem a impressão de que a obra parou. É importante destacar que o planejamento das obras é feito com base no clima de Brasília, com suas estações chuvosas e secas.”

 

A gerente de loja Somália Vieira considera que os benefícios dos comerciantes e clientes serão muito bons quando as obras na Avenida Principal do Paranoá forem concluídas

No Paranoá, onde a Avenida Principal está sendo reformada desde o início desse mês, muitos trabalhadores estavam com a mão na massa. “Essa obra é de fundamental importância para a comunidade, pois vamos deixar tudo novinho. É uma demanda antiga da população, mas tem um pequeno transtorno com comerciantes do local, que reclamam que estamos atrapalhando o estacionamento deles. Porém, o local estava bem ruim. Para minimizar essa situação e aproveitar a estiagem, nós não paramos em nenhum dia do feriado”, diz o administrador regional, Sérgio Damasceno.

“Nós, pedestres, não tínhamos lugar para passarmos. Toda obra desgasta, tem barulho, poeira, mas no final todo mundo fica satisfeito”, comenta a babá, moradora da região, Josiane Ribeiro

Gerente de loja, Somália Vieira, 41 anos, entende a importância da obra e pede paciência aos seus colegas comerciantes. “Com certeza, vai melhorar e todo mundo que reclama agora vai agradecer quando a obra estiver pronta. Teremos estacionamento e calçada de qualidade. Além disso, cadeirantes mal tinham como se locomover e vão passar a ter acessibilidade. Não podemos pensar só na nossa loja, mas nas pessoas como um todo.”

Moradora da região, a babá Josiane Ribeiro, 41 anos, também se mostra satisfeita com a obra. “Nós, pedestres, não tínhamos lugar para passarmos. Toda obra desgasta, tem barulho, poeira, mas no final todo mundo fica satisfeito”, comenta ela, que mora no Paranoá há oito anos.

 

Os serviços na construção dos viadutos da Estrada Setor Policial Militar (ESPM) estão, neste momento, concentradas na estrutura, já que as chuvas comprometeram a execução da pavimentação

Situação especial vive Agamenon da Silva, 36 anos. Ele é um dos responsáveis pela revitalização da avenida e é morador da região. “É gratificante, depois que tudo estiver pronto, saber que eu ajudei diretamente o lugar em que eu moro e tenho um carinho imenso”, pontuou. “Se mandarem eu trabalhar todos os dias, estou aqui. Sei da nossa importância para o Paranoá melhorar ainda mais e não tenho que reclamar de nada, pois estou ganhando o meu pão de cada dia para levar para casa”, completou. Aproximadamente 10 quilômetros da obra estão concluídos e a previsão de duração é de 12 meses. “Mas estamos tentando antecipar e entregar em outubro”, concluiu.

No Setor Policial

As obras nos dois viadutos na Estrada Setor Policial Militar (ESPM) também não pararam neste Carnaval. Engenheiro da construção, Gabriel Cardoso conta que essa ação é feita em duas partes: a estrutura dos viadutos e a pavimentação. “No momento, estamos mais concentrados na estrutura porque as chuvas vinham nos atrapalhando bastante com relação à pavimentação. Ainda tivemos um pequeno atraso porque houve uma revisão dos projetos, aditivos e equilíbrio.” O investimento inicial seria de R$ 8 milhões, mas passou para R$ 10.378.182,07.

 

O Túnel de Taguatinga, que deve ser entregue à população em meados deste ano, está recebendo R$ 275,7 milhões de investimentos e já tem 65% das obras executados | Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília

“Quando estiver tudo pronto, é imensurável o número de pessoas que serão afetadas positivamente com esses dois viadutos. Eles vão levar para o Terminal Rodoviário da Asa Sul, vão melhorar todo o fluxo do trânsito no final da Asa Sul. Então, não dá para contar o número de pessoas que serão beneficiadas”, disse o engenheiro. Nesse feriado, que começou no sábado e vai até terça-feira (1º de março), 62 pessoas estão trabalhando nessa obra. “Não é uma obra simples e temos um cronograma a seguir”, explicou.

Atualmente, 55% de toda a obra estão prontos, sendo que, desse percentual, 75% são da parte de estruturação do viaduto. A previsão é de que os viadutos estejam completamente prontos no fim de junho ou início de julho. A parte da estrutura será entregue em meados de abril.

Outra obra que não parou foi a do Túnel de Taguatinga. Iniciada em 20 de julho de 2020, está programada para ser entregue à população em meados deste ano. O investimento do GDF no túnel é de R$ 275.744.558,87 e 65% das obras já foram executados.

 

 

Petronilo Oliveira, da Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

 

 

 

 

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Lavagem dos vitrais prepara a Catedral para o 12 de outubro

Coordenada pelo GDF Presente, equipe de rapel faz a limpeza anual de um dos pontos turísticos mais visitados de Brasília

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Hédio Ferreira Júnior, da Agência Brasília | Edição: Chico Neto

 

O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou nesta quarta-feira (5) a lavagem externa dos vitrais da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, a Catedral de Brasília. Presos por cordas fixadas no alto da igreja, cinco rapelistas tiravam a sujeira das vidraças com esfregões, detergente desincrustante e uma mangueira de hidrojato. O trabalho segue nesta quinta-feira (6).

 

“É a valorização não só do templo, mas da própria cidade e do turismo”Padre Paulo Renato

 

Coordenada pelo GDF Presente – programa de reparos da Secretaria de Governo (Segov) realizado nas 33 regiões administrativas -, a limpeza prepara um dos símbolos de Brasília para a celebração da sua padroeira, em 12 de outubro. A previsão é que também sejam pintados a cúpula do batistério, o prédio da Cúria Metropolitana de Brasília e o campanário (torre de sinos).

Esta é a quarta vez, desde 2019, que os vitrais da Catedral de Brasília são lavados. “É o cuidado do GDF Presente com o patrimônio público”, afirma o coordenador do Polo Central 3, Alexandro César.

Depois de 14 anos à frente da paróquia São Sebastião, em Planaltina, padre Paulo Renato assumiu em 2022 o comando da Catedral, na Esplanada dos Ministérios. Ao acompanhar a lavagem dos vitrais no final da manhã, ele elogiou o que chamou de “rápidas e positivas” as respostas do governo nos cuidados com o espaço: “É a valorização não só do templo, mas da própria cidade e do turismo”.

Ao passear por Brasília, o casal de Iporá (GO) Layane Almeida, 34, e Guilherme Cunha, 30, visitava pela primeira vez a Catedral Metropolitana. Para ela, que é servidora municipal, acompanhar a lavagem dos vitrais demonstra zelo com o patrimônio público e com quem vai visitá-lo. “É importante manter a cidade estruturada e limpa para receber bem o turista”, conclui.​

 

 

 

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Hospital de Ceilândia vai ganhar reforma de R$ 11 milhões

Projeto prevê reestruturação completa e ampliação no pronto-socorro da unidade. Obras estão previstas para começar no primeiro semestre de 2023

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Agência Brasília | Edição: Saulo Moreno

 

“A reforma e a ampliação trarão uma atualização importante. Hoje são abertas diariamente uma média de 540 fichas e realizados 330 atendimentos médicos por dia no pronto socorro e, com a ampliação, esse número ainda poderá aumentar”Bruno Aires, diretor do HRC

O Pronto Socorro do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) vai passar por melhorias. O início efetivo das obras está previsto para o primeiro semestre de 2023. Os projetos de reforma e ampliação do PS foram aprovados e a deliberação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta segunda-feira (3).

O valor total de investimento nas obras é de aproximadamente R$ 11 milhões, oriundos de emenda parlamentar da deputada federal Celina Leão.

O Hospital Regional de Ceilândia foi inaugurado em 1981 e ao longo dos seus 41 anos o pronto socorro não passou por reforma ou reestruturação.

 

“A reforma e a ampliação trarão uma atualização importante. Hoje são abertas diariamente uma média de 540 fichas e realizados 330 atendimentos médicos por dia no pronto socorro e, com a ampliação, esse número ainda poderá aumentar”, informa o diretor do HRC, Bruno Aires.

Somente no mês de setembro foram abertas 16.198 guias de atendimento emergencial (GAE/ficha) e um total de 9.732 atendimentos no PS do Hospital Regional de Ceilândia.

O HRC inclui em seus serviços atendimentos de emergência e ambulatorial, banco de leite, cirurgias, exames laboratoriais, radiografia, ecografia, tomografia e mamografia, epidemiologia, internação domiciliar e de oxigenioterapia.

A unidade tem um centro de trauma que absorve a demanda de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia, que integram a Região de Saúde Oeste, além de atender outras cidades do entorno.

*Com informações da Secretaria de Saúde do DF

 

 

 

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Renovação na CLDF chega a 50% dos distritais e há um novo campeão de votos

Os 24 distritais estão distribuídos em 13 partidos. A maior bancada é do PL com 4 eleitos, seguido de PT e MDB ambos com 3 distritais

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Os resultados das urnas determinados pela escolha dos eleitores estabeleceram a renovação de 12 deputados distritais. Assim, como a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é composta de 24 eleitos para representar a população, o índice de renovação equivale a 50% do total de parlamentares.

Vale registrar também que apenas 18 dos atuais distritais tentaram a reeleição, enquanto 5 buscaram outros mandatos eletivos e apenas a deputada Arlete Sampaio (PT) decidiu não se candidatar.
Para efeito de comparação, na eleição de 2018, foram 17 deputados na CLDF que não estavam na legislatura anterior. Assim, naquela ocasião, igualou-se a maior renovação já registrada, pois na eleição de 2010, as urnas também colocaram na Câmara Legislativa o mesmo número de novos distritais.

Já em 2014, a renovação foi de metade da composição total da CLDF. Em 2006, foram 13 novatos. Em 2002 eram 15 novos distritais. Em 1998, 13 que não foram reeleitos. Já em 1994, quando houve a eleição para a Segunda Legislatura, foram eleitos 13 estreantes.

 

Os resultados das urnas determinados pela escolha dos eleitores estabeleceram a renovação de 12 deputados distritais. Assim, como a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) é composta de 24 eleitos para representar a população, o índice de renovação equivale a 50% do total de parlamentares.

Vale registrar também que apenas 18 dos atuais distritais tentaram a reeleição, enquanto 5 buscaram outros mandatos eletivos e apenas a deputada Arlete Sampaio (PT) decidiu não se candidatar.
Para efeito de comparação, na eleição de 2018, foram 17 deputados na CLDF que não estavam na legislatura anterior. Assim, naquela ocasião, igualou-se a maior renovação já registrada, pois na eleição de 2010, as urnas também colocaram na Câmara Legislativa o mesmo número de novos distritais.

Já em 2014, a renovação foi de metade da composição total da CLDF. Em 2006, foram 13 novatos. Em 2002 eram 15 novos distritais. Em 1998, 13 que não foram reeleitos. Já em 1994, quando houve a eleição para a Segunda Legislatura, foram eleitos 13 estreantes.

 

 

 

 

 

O mais votado da história

O distrital campeão de votos nesta eleição é Fábio Félix (PSOL) com 51.792 votos. Trata-se da maior votação de toda a história para distrital, superando o número alcançado por Luis Estevão na eleição de 1994.

“É histórico um gay orgulhoso de sua sexualidade ser o mais votado da história do DF em tempos de Bolsonaro e sua política do ódio. Vamos continuar defendendo os mais vulneráveis e enfrentando as desigualdades sociais”, afirmou Fábio Félix.

 

 

* As opiniões dos parlamentares não refletem o posicionamento institucional da CLDF.

Em seguida, Chico Vigilante (PT) chega a mais um mandato na CLDF, conquistando 43.854 eleitores. Já o terceiro mais votado é Max Maciel (PSOL) que chega pela primeira vez para exercer mandato na Câmara Legislativa, conquistando o apoio de 35.758.

Os eleitos

Estão eleitos para deputado distrital Fábio Félix (PSOL); Chico Vigilante (PT); Max Maciel (PSOL); Daniel Donizet (PL); Martins Machado (Republicanos); Robério Negreiros (PSD); Jorge Vianna (PSD); Jaqueline Silva (Agir); Thiago Manzoni (PL); Eduardo Pedrosa (União Brasil); Joaquim Roriz Neto (PL), Iolando (MDB); Pastor Daniel de Castro (PP); Hermeto (MDB); Roosevelt Vilela (PL); Doutora Jane (Agir); Rogério Morro da Cruz (PMN); Gabriel Magno (PT); João Cardoso (Avante); Paula Belmonte (Cidadania); Ricardo Vale (PT); Wellington Luiz (MDB); Pepa (PP); Dayse Amarilio (PSB).

Conheça aqui todos os eleitos e o perfil de cada um deles.

Bancada feminina

Foram eleitas 4 mulheres para a composição da CLDF, uma a mais que a legislatura atual. Compõem a bancada feminina a distrital reeleita Jaqueline Silva (Agir), a estreante Doutora Jane (Agir), delegada da PCDF, Paula Belmonte (Cidadania), que encerra mandato de deputada federal, e a enfermeira Dayse Amarilio (PSB), que era presidente do SindiEnfermeiro DF. Nesta eleição de 2022, as mulheres eram 35,15% do total de candidatos a distrital. Na legislatura que está se encerrando, a bancada feminina tem 3 representantes eleitas. O maior número de mulheres foi alcançado na Quarta Legislatura (2003 – 2006), quando havia 5 representantes.

 

 

 

Partidos na CLDF

A composição partidária da CLDF confirma a pluralidade partidária. Nesta eleição, há 13 agremiações representadas. A maior bancada é do PL com 4 eleitos. Houve empate na segunda e terceira bancadas, PT e MDB ambos com 3 distritais. Na eleição de 2018, 19 partidos conseguiram eleger deputados distritais.

 

 

 

Bancada do governador

Ibaneis Rocha (MDB) foi reeleito para comandar o Palácio Buriti a partir do próximo ano. Os partidos da coligação do atual governador elegeram 12 distritais. Vale registrar que certamente a bancada de governo será maior do que apenas a composta pelos partidos que estavam presentes na coligação vitoriosa.

O cálculo

quociente eleitoral para deputado distrital foi de 69.182 votos. O número foi 10,17% maior que na eleição de 2018, quando era necessário a agremiação partidária atingir 62.385 para eleger um deputado distrital.

Quociente eleitoral é o resultado da divisão do total de votos válidos pelo total de vagas na Câmara Legislativa. Portanto, 1.660.387 dividido por 24. Em seguida, é feita uma nova divisão. Agora é o número total de votos de cada agremiação pelo quociente eleitoral. Assim, a Justiça Eleitoral chega ao resultado da distribuição de vagas por partido.

Raça

Mais de 54% dos candidatos a distrital declaram-se negros ou pardos. O resultado das urnas mostra que 8 pardos e 3 negros garantiram uma cadeira na CLDF, correspondendo a 45,83% da composição da casa. Por outro lado, 12 se identificam como brancos. E, mais uma vez, não há representantes dos povos indígenas eleitos a distrital.

Bancada Federal

Em relação aos representantes do DF na Câmara dos Deputados foram eleitos 5 novos parlamentares: Fred Linhares (Republicanos); Rafael Prudente (MDB); Professor Reginaldo Veras (PV); Fraga (PL) e Gilvan Máximo (Republicanos). Foram reeleitas as deputadas Bia Kicis (PL), campeã de votos, Erika Kokay (PT) e Julio Cesar (Republicanos).

Dos 8 deputados federais do DF, 4 não se candidataram à reeleição. Celina Leão (PP) compõe a chapa que concorre ao GDF com Ibaneis Rocha (MDB), Paula Belmonte (Cidadania) foi candidata à vaga na CLDF, Flávia Arruda (PL) concorreu ao Senado e Luis Miranda (PL) não concorreu a qualquer cargo eletivo.

Julio Cesar Ribeiro (Republicanos), Bia Kicis (PL), Professor Israel (PSB), e Erika Kokay (PT) tentaram renovar o mandato de deputado federal.

Francisco Espínola – Agência CLDF

 

 

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